O que me preocupa nesses últimos Papas, sobretudo os dois últimos, é a ousadia em usar nomes para inaugurar novas eras dentro da Igreja e da doutrina de sempre. Francisco, aludindo o São Francisco, dos animais e da pobreza, viabilizando um discurso ecológico em harmonia com a agenda 2030 e de acolhimento das ondas imigratórias mafiosas e de expansão islâmica radical. Parece que se esqueceram que pobreza de Franciso de Assis, foi a não aceitação da opulência e de se voltar mais para as coisas de Deus e essa coisa da ecologia foi pura invenção. E Leão XIV querendo sobrepor-se ao Leão XIII da doutrina forte, da excomunhão, de guardar a fé católica em todos os seus aspectos. Vejo cada vez mais um caminho em direção a uma religão "light", onde os temas espinhosos vão sendo maquiados para serem aceitos sob outros pretextos. Preocupante. Não se agrada a dois senhores, e muito menos a ideologias.
Seu texto trás reflexões de que somos diferentes do Bolsonarismo. Temos opiniões e não somos idolatras. Gostei de sua posição e fazer leitura do que professor fala nas lives não tem preço. Pois categoricamente efetiva um arquivo histórico.
"A ‘Teologia do Domínio’ (cristãos na política) veio para o Brasil junto com o movimento evangélico, e, os pastores saíram à campo para participar de eleições."
Depois de diversas decepções com "cristãos" na política tenho pensado sobre isso (e ainda não cheguei a uma conclusão). Cristãos devem se envolver na política, mas hoje sou contra quem leva pra política o nome de sua igreja, ou mesmo se apresenta como pastor. Acho que quem exerce um cargo político deve se afastar da posição de pastor. Não precisamos de mais pastores na política, precisamos de políticos que agem como cristãos, quem é mostra nas ações, não precisa ficar falando. Parabéns pelo texto!
Boa reflexão !!
Excelente texto.
O que me preocupa nesses últimos Papas, sobretudo os dois últimos, é a ousadia em usar nomes para inaugurar novas eras dentro da Igreja e da doutrina de sempre. Francisco, aludindo o São Francisco, dos animais e da pobreza, viabilizando um discurso ecológico em harmonia com a agenda 2030 e de acolhimento das ondas imigratórias mafiosas e de expansão islâmica radical. Parece que se esqueceram que pobreza de Franciso de Assis, foi a não aceitação da opulência e de se voltar mais para as coisas de Deus e essa coisa da ecologia foi pura invenção. E Leão XIV querendo sobrepor-se ao Leão XIII da doutrina forte, da excomunhão, de guardar a fé católica em todos os seus aspectos. Vejo cada vez mais um caminho em direção a uma religão "light", onde os temas espinhosos vão sendo maquiados para serem aceitos sob outros pretextos. Preocupante. Não se agrada a dois senhores, e muito menos a ideologias.
Seu texto trás reflexões de que somos diferentes do Bolsonarismo. Temos opiniões e não somos idolatras. Gostei de sua posição e fazer leitura do que professor fala nas lives não tem preço. Pois categoricamente efetiva um arquivo histórico.
Muito obrigado meu caro amigo !!
"A ‘Teologia do Domínio’ (cristãos na política) veio para o Brasil junto com o movimento evangélico, e, os pastores saíram à campo para participar de eleições."
Depois de diversas decepções com "cristãos" na política tenho pensado sobre isso (e ainda não cheguei a uma conclusão). Cristãos devem se envolver na política, mas hoje sou contra quem leva pra política o nome de sua igreja, ou mesmo se apresenta como pastor. Acho que quem exerce um cargo político deve se afastar da posição de pastor. Não precisamos de mais pastores na política, precisamos de políticos que agem como cristãos, quem é mostra nas ações, não precisa ficar falando. Parabéns pelo texto!
Comentário necessário, gostei !!